1- 10 a 20% dos condutores excedem a velocidade mázima permitida em pelo menos 10 km/h?

2- O excesso de velocidade está na origem de 30% dos acidentes rodoviários com vítimas mortais?

3- A posição dos destroços, em geral, não é indicativa do ponto de impacto?

4- A condução sobre influência de álcool ou substâncias psicotrópicas é um factor de risco presente em quase 25% dos acidentes rodoviários, reclamando cerca de 10.000 vidas anualmente?

5- As leões sofridas pelas vítimas dos acidents, são um dado importante para a determinação de dinâmica do acidente, das velocidades envolvidas e da utilização dos sistemas de retenção (cintos ou cadeiras de crianças) ou protecção (capacete por exemplo)?

A biomecânica forense permite dar respostas a estas questões.

6- Um acidente é um acontecimento extremamente rápido,variando desde as centésimas de segundo no caso da colisão e imobilização contra um obstáculo, a poucos segundos para uma colisão seguida de movimento pós-impácto?

Por esse motivo, as testemunhas, normalmente, não conseguem avaliar adequadamente as circunstâncias do acidente, ou descrevem senários irrealistas que as leis da da física e as técnicas de reconstituição científica permitem inviabilizar.

7- 40 a 50% dos condutores circulam em excesso de velocidade?

8- A fadiga é um factor presente em 10 a 20% dos acidentes rodoviários, afectados particularmente os condutores profissionais?

9- Um veículo ligeiro que circule com uma velocidade de 50 km/h tipicamente percorre 23 metros até à imobilização. E se circular com uma velocidade de 100km/h, necessita de 75 metros?

10- Num atropelamento com um veículo ligeiro a 50km/h, o risco de ocorrer lesões fatais é no mínimo duas vezes superior relativamente a um atropelamento a 40km/h  e 5 vezes superior do que a 30km/h?

11- por cada 5km/h de aumento de velocidade duplica o risco de acidente?